Participação dos EUA no comércio brasileiro cai de 25% para 9%

Segundo ele, essa redução ocorre devido a “fricções” na relação entre os dois países.
Durante audiência pública conjunta das comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) e de Finanças e Tributação (CFT) da Câmara, Durigan declarou: “Em 2023, era 12%. E, agora, estamos chegando a 9%. Por que? Porque, na relação, está sendo gerada fricção”. O ministro ressaltou que o Brasil não deixou de crescer e de exportar para outros mercados.
Durigan destacou o aumento das vendas de produtos brasileiros para países como Vietnã e China, além de regiões como a Europa, beneficiada pelo acordo comercial entre União Europeia e Mercosul, e o Oriente Médio. Ele também mencionou que o Brasil busca acordos com Singapura, Japão e países europeus fora da União Europeia, como Luxemburgo e Suíça.
O ministro acrescentou que o país é beneficiado por sua resiliência energética em um cenário de desajuste global provocado pela guerra do Irã.
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